Doses ou cápsulas?

Exemplo:

Imagine que o médico lhe prescreve a fórmula acima e indica que deve tomar 1 dose ao pequeno almoço e 1 dose ao jantar.

Em teoria cada dose seria a soma de cada um dos componentes, ou seja, 375 mg.

Acontece que neste caso, os minerais estão sempre ligados a outro elemento (o que habitualmente se designa por minerais quelados), e essa outra parte também contribui para a quantidade a colocar na cápsula. Por exemplo, para obtermos 100 mg de magnésio, é necessário colocar cerca de 5 vezes mais do composto quelado. O mesmo acontece para o zinco, por exemplo.

Isto faz com que a quantidade de componentes por dose seja bastante mais elevada do que a simples soma da quantidade prescrita.

Acontece que esta quantidade total de componentes não cabe fisicamente na maior cápsula existente no mercado, pelo que a única solução é dividir a fórmula em duas cápsulas, ou mais, consoante necessário.

Neste caso, 1 dose prescrita equivale a essas duas ou mais cápsulas, consoante o indicado no rótulo.

Portanto se o médico prescrever 60 doses, vai levar 120 cápsulas que correspondem a essas 60 doses.

Por vezes o médico prescreve 60 cápsulas que na verdade significam doses, pelo que essa conversão é sempre feita pela farmácia e a respetiva indicação colocada no rótulo.

Isto também acontece nas fórmulas para controlo do peso, por exemplo. Nestes casos, para facilitar a identificação, a fórmula pode ser dividida em cápsulas de cores diferentes. Mas o conceito é o mesmo e cada dose corresponderá a 1 cápsula de cada cor, tal como indicado no rótulo.